Comunicação

 
Comunicação

Sorria, você está sendo enganado!
Que a mídia, seja ela impressa, radiofônica, televisiva, virtual, nunca foi de dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade, não é nenhuma novidade. Mas o que quase ninguém parou pra pensar é se somos mesmo enganados todo o tempo, e até que ponto este engodo acontece.

Periódicos en crisis, periodismo vivo
José Manuel Calvo, no Elpaís.com, observa que dos diários dos Estados Unidos lutam para se adaptar às novas realidades dos leitores e de um mercado atual mais competitivo e fragmentado.

A nova era da comunicação
Luis Nassif, em seu blog, rastreia nas eleições de 2006 "o fim do poder absoluto da grande mídia sobre o mercado de opinião brasileiro".

Jornalismo com wikis
Se não sabe o que um wiki, você está na pré-história da Internet, mas se não sabe como utilizá-lo jornalisticamente está na rabeira do permanente debate sobre a transformação do ofício de informar causada pela rede.

A utopia do jornalismo, 19 anos depois
O Jornal Pessoal completa 19 anos de vida. O número não é redondo, mas a data tem um significado especial: o jornal se tornou mais velho do que a publicação na qual se inspirou, de longe o melhor jornal verdadeiramente alternativo que já circulou. O I.F. Stone’s Weekly começou em janeiro de 1953, em plena guerra fria e de maccarthismo, e terminou em dezembro de 1971, sob o governo Nixon, sobrevivente da época anterior.

Lula e a falácia da imprensa má
Mario Sergio Conti analisa a relação de Lula com a imprensa e sua compreensão dela, fazendo referência a entrevista que um de seus assessores da área. Para Conti, Lula "entende o papel dos jornalistas. Sabe bem o que é imprensa. Só lhe falta a avaliação política feita pelo assessor".

O novo papel dos jornais
A sensação mais comum que os leitores de jornais têm hoje em dia é a de já terem lido ou ouvido aquela notícia, a começar pela manchete, em algum lugar. Que sentido tem o jornal trazer em manchete a informação de que o Papa morreu ou o ministro sicrano caiu, se todo mundo já estava careca de saber disso desde a hora em que o fato aconteceu? Se pergunta Ricardo Kotscho em seu artigo em No Mínimo.

Bernardo Kucinski: "Lula eliminou a necessidade da imprensa"
O assessor especial do presidente Lula Bernardo Kucinski, em entrevista para a Agência Repórter Social, analisa a atuação do governo no campo da comunicação e o trabalho da imprensa na relação com o governo Lula.

Saudades da imprensa
Marcos Sá Corrêa comenta a crise do jornalismo nos tempos atuais, a partir de livro do jornalista americano Philip Meyer, que trata sobre a ameaça de extinção que paira sobre o mundo de Gutemberg.

As raízes da espetacularização da notícia
A política como espetáculo nos meios de comunicação tornou-se rotineira, especialmente quando se trata da televisão. Em momentos mais dramáticos, como os atuais, o problema se agrava. O espaço para a reflexão desaparece e ganham destaque as cenas mais sensacionais como gravações ocultas, bate-boca entre parlamentares, acusações bombásticas emitidas em encenações teatrais e assim por diante. Laurindo Lalo Leal Filho, em artigo republicado no Observatório da Imprensa

Os perigos da concentração midiática
Armand Mattelart alerta para a concentração midiática que se desenvolve nos últimos tempos. Entrevista na revista Fórum de julho de 2005.

A inexorável desconstrução de Lula
Luciano Martins Costa levanta a tese de que a elite econômica e a imprensa se movem para se desfazer de Lula, cujo governo teria acabado. As fichas seriam apostadas em Ciro Gomes que vem sendo preservado do turbilhão de denúncias que atingem o governo.

A chance da grande catarse do jornalismo
Alberto Dines, no seu Observatório da Imprensa, escreve sobre a atuação da imprensa no levantamento das informações que constituiram as denúncias contra práticas do partido do governo Lula e que mergulharam o país numa profunda crise.

O mito também se constrói em Beslan
Comunicação apresentada no X Sipec, realizado de 7 e 8 dezembro de 2004, na UERJ, Rio de Janeiro, pretende uma aproximação ao relato da imprensa sobre os acontecimentos de setembro deste ano na escola de Beslan, cidade russa da Ossédia do Norte. Analisa a instrumentalização de imagens e acontecimentos como parte de estratégia ideológica e política, na construção simbólica e mítica em que narrativas mediáticas modernamente (pós-modernamente?) constroem os mitos, que preparam o indivíduo para a imersão na sociedade do mercado e do consumo.

Dublês digitais
Algumas técnicas digitais estão revolucionando o modo de fazer filmes, com atores sintéticos e digitais começando a aparecer em filmes, como "Homem-Aranha 2" e "O Expresso Polar", mesmo que ainda não substituam completamente atores de carne e osso. São os sortilégios da computação gráfica, que reproduz as emoções humanas com cada vez mais precisão. Reportagem reproduzida do Mais! da Folha de S. Paulo.

Entrevista a José Saramago: "El poder abusa de las palabras"
O prêmio Nobel de Literatura José Saramago, em entrevista ao jornal La Nación, de Buenos Aires, diz, entre outras coisas, que o poder abusa das palavras: "E a que mais se usa e da que se abusa é 'democracia'. A característica da língua do poder é a mentira em suas múltiplas modalidades. Desde a mai descarada até a mais sutil, incluída a omissão. Nos últimos anos se tem mentido como em nenhuma outra época".

"Orgulho-me das fotos que não fiz", diz Burri
O fotógrafo suíço René Burri, um dos famosos integrantes da mítica agência de fotografias Magnum de Henri Cartier-Bresson, foi entrevistado pela Folha de S. Paulo. O fotógrafo experiente relativiza a questão tecnológica da fotografia digital, "digital ou negativo é apenas uma questão de técnica".

A tragédia de Beslan e a violência na televisão
O massacre em Beslan, que teve origem com o sequestro de crianças e adultos numa escola da cidadezinha russa da Ossétia do Norte, no começo de setembro, é analisado sob o ponto de vista da espetacularização da violência praticada pelos meios massivos, principalmente a televisão.

Detonando a notícia: como a mídia corrói a democracia americana
No capítulo 2 de seu livro, "A Noticia como Espetáculo...", James Fallows relata como a TV muda o conceito de notícia, introduzindo a noção de entretenimento e espetáculo nesta área, e como se perde a noção de proporção na apresentação das notícias. Transcrevemos uma seção do capítulo.
Já neste outro fragmento, "O Trem da Mamata" , o autor indica como os jornalistas foram se identificando cada vez mais com os ricos e certa classe alta e menos com os trabalhadores, o que ocorria em passado não muito longínquo, com implicações no tipo de jornalismo que se está fazendo na atualidade. Fala da realidade americana, mas sua análise tem validade para o mundinho do jornalismo brasileiro também.

Bicho novo no zoológico da imprensa
Luiz Egypto entrevista o jornalista francês Jean-François Fogel sobre website do jornal Le Monde, internet e as mudanças no campo do jornalismo. Divulgado no Observatório da Imprensa.

O desafio de discutir Malhação
Desta vez, o relato em Midiativa foi sobre a novelinha Malhação, de como a professora Elisa, do Coluni, colégio de aplicação da Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, prepara seus alunos para discutirem o programa da Globo.

Os caminhos cruzados da escola e a televisão
No XXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, da Intercom, realizado em Porto Alegre de 30 de agosto a 3 de setembro, apresentamos "Os caminhos cruzados da escola e a televisão", texto que discute as relações da televisão e a escola, enfocando a dessimbolização praticada pelo meio televisivo.

Jornalismo, a naturalização da moral
O portal Comunique-se, destinado a jornalistas e interessados em comunicação, trouxe no dia 28 de julho este artigo, que discute alguns aspectos éticos, levando-os para a prática do jornalismo. Uma boa discussão que sempre deve ser levada no âmbito do jornalismo, em que impera o pragmatismo mais burdo e, muitas vezes, ações anti-éticas as mais deslavadas.

Quem matou Lineu?
A telenovela Celebridade chega ao fim, criando o suspense bem ao estilo do autor Gilberto Braga, um pouco repetitivo em suas tramas. De qualquer maneira, retomando o andar do folhetim tradicional, a Globo conseguiu uma boa audiência em sua novela das 8 (que passa depois das 9).

À flor da pele: a busca do sentido das imagens
Com este artigo inauguramos no Midiativa espaço de análise de programas de televisão, com o intuito de estabelecer uma discussão que sirva a educadores e pais em sua aproximação da mídia que estudantes e filhos vêem.

La escuela ante el desafío de la cultura mediática
Em entrevista ao jornal La Nación, de Buenos Aires, Roxana Morduchowicz fala de seu livro "El capital cultural de los jóvenes" (FCE), em que analisa as dificuldades da instituição escolar para aceitar as contribuições da experiência juvenil contemporânea.

Mídia, crise & inovação: O futuro e o retrato da ruptura
O jornalista Luciano Martins Costa, em artigo no Observatório da Imprensa, faz algumas considerações sobre a situação de ruptura que vive principalmente os meios impressos, por sua inadequação aos tempos das novas tecnologias informacionais. O autor se baseia no estudo "The State of the News Media 2004" da Universidade de Colúmbia, em Nova York.

Umberto Eco: las nuevas dictaduras serán más mediáticas que políticas
Umberto Eco faz um alerta sobre a crescente influência da televisão, constituindo o poder mediático, que começaria a se sobrepor ao poder político. Tem em mente a Itália de Berlusconi, o todo-poderoso primeiro-ministro, empresário de meios de comunicação no país.

Sobre o rádio
Os profissionais que queiram utilizar o rádio eficientemente como instrumento no seu trabalho devem, primeiro, conhecer o meio. E é meio de comunicação que tem uma grande potencialidade para o intercâmbio entre os diversos segmentos da comunidade. É em função da comunicação e desse intercâmbio que deve ser utilizado.

"A escola está de costas para a televisão"
Entrevista concedida ao Midiativa, quando da posta no ar do sítio, no final de agosto de 2003, e tratou de algumas idéias desenvolvidas em minha tese de mestrado, "Encontros e Desencontros: Relações da Escola com a Televisão".

Tigrão y popozudas como agentes del orden establecido
Reflexão sobre os meios de comunicação e fenômenos da cultura de massa, como o funk.

De educação e comunicação toda escola tem um pouco, ou muito
O campo da relação da escola com a televisão, na questão mais específica e complexa do binômio educação-comunicação, é espaço e momento para a realização das potencialidades tanto da educação como da comunicação. Texto preparatório para as problematizações para a tese "Encontros e Desencontros: Relações da Escola com a Televisão", de 1998.

Seduções da televisão sobre a escola
Texto derivado de Encontros e Desencontros: Relações da Escola com a Televisão, nossa dissertação de mestrado defendida na Faculdade de Educação da UFMG em 1998.

Caso Tim Lopes: Torpeza e os anacronismos perigosos
Os autores discutem o assassinato do jornalista Tim Lopes e analisam a mídia e a prática isolada do jornalismo investigativo: "...se a investigação não afeta seriamente Estado, sociedade civil e a própria imprensa (...), seu resultado periga converter-se em mero espetáculo audiovisual, em algo que certamente provocará um certo frisson nos telespectadores de um final de noite de domingo, mas que não passará no fundo de um lance estético-televisivo. Reduzido à estética de um espetáculo, o jornalismo investigativo perde sentido político-social."

Tim Lopes e os outros
Jânio de Freitas escreveu na Folha sobre a exploração do assassinato do jornalista Tim Lopes, feito pela Rede Globo com sensacionalismo e pieguice interesseira, com o Jornal Nacional à cabeça. É o caso típico do tratamento emocional dessas questões em que a televisão é mestre. Jânio de Freitas lembra outras questões relacionadas, a criminalidade que não está só nos morros e favelas.
 


 
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